Quando se trata de "pensamentos estimulantes" (masturbasticamente falando), me vem à cabeça todos os filmes pornográficos que assisto quase que diariamente e algumas memórias de garotos musculosos ou com belas panturrilhas que vejo frequentemente a caminho da escola.
Mas nada do professor de Filosofia ou o-garoto-ruivo-que-nunca-sequer-olhou-pra-mim ou qualquer outra pessoa pela qual eu me julgue apaixonado. Coisa estranha, não?
Acho que é aí que mora a diferença entre amor e sexo. Ou talvez seja uma forma de respeito. Algo como "Não bato uma pra quem sou apaixonado, só pra quem tenho vontade de dar".
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